Você já sabe o que está desequilibrando o seu orçamento?

Coloque na ponta do lápis os seus gastos para saber qual o impacto dos “extras” nos gastos mensais

A vida muda, os tempos mudam, mas é difícil abandonar alguns hábitos. Até porque muitas vezes não enxergamos os impactos em nossa vida financeira. Vamos repensar se não estamos gastando mais do que deveríamos com o desnecessário?

Segundo o educador financeiro, José Vignoli, “existem cortes ligados ao estilo de vida que muitas vezes se reluta em abandonar: cortar o clube que lhe dá status, deixar de frequentar aqueles restaurantes que saem na revista semanal ou deixar de viajar com os amigos para aqueles hotéis incríveis é bem difícil”.

“Estas são despesas que ficam guardadas entre as quatro paredes do nosso quarto e que muitas vezes geram brigas, porém ao sairmos do quarto nosso status está impecável e a conta bancária em frangalhos. Viver de aparências é um dos graves erros cometidos por aqueles que não admitem que o dinheiro acaba.”, explica.

Também existem os pequenos gastos que quando acumulados podem fazer diferença no orçamento: “aquela inofensiva passada na padaria bacana, a banca de jornal, o chopinho, o cigarro, enfim, aquelas saidinhas que se somadas podem causar um estrago na fatura do seu cartão”, diz Vignoli.

E as compras por impulso? Evite! “Deixe para comprar no dia seguinte, pois é muito provável que você nem se lembre daquela compra que no momento era importantíssima”, explica o educador financeiro. “Arrumar os armários, ver o que se tem, contar os sapatos, dar ou trocar o que não se usa mais é um grande exercício. Que tal um brechó legal para trocar aquelas roupas que você não usa mais? Preconceito? Vale conferir!”.

E será que percebemos quando esses gastos estão nos atrapalhando? Vignoli aponta que “quando as contas começam a ficar apertadas, o uso dos limites de crédito fica mais frequente; as contas permanentemente negativas são um alerta e a negativação do nome é a prova de que passamos e muito do limite”.

O que fazer?

  • Trace seus próprios limites;
  • Entenda que seu estilo de vida é regido pela quantidade de dinheiro que você ganha e, mais do que isso, pela vida que você pretende levar no futuro.

“Um grande drama é a queda no nível de vida, porém isso acontece para aqueles que viveram plenamente sem pensar nesta possibilidade. Se vivermos equilibradamente os efeitos de uma queda de renda serão menores e você terá a mente aberta para descobrir novos prazeres que muitas vezes nem precisam necessariamente de você ter ou não muito dinheiro”, diz o educador financeiro.

Vignoli destaca que “ninguém vai deixar de fazer as coisas, mas o importante é saber fazer e com consciência, afinal pode ser que hoje eu não possa ou que eu admita que já gastei demais este mês em determinado assunto”. Então a maior dica é: controle e planejamento! Confira e analise seus gastos, veja para onde vai seu dinheiro. #ficaadica 😉

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