Ser ‘do bem’ é ótimo para a longevidade Viver Agora

Ser ‘do bem’ é ótimo para a longevidade

O Natal desperta nas pessoas uma série de bons sentimentos. Solidariedade para doações, otimismo de que o próximo ano será melhor, gratidão por estar perto da família. Sentimentos positivos que devem ser cultivados durante todo o ano, não apenas na reta final.

Quem aponta isso é a ciência: cada vez mais estudos têm mostrado que, além de deixar a mente saudável, ser ‘do bem’ faz bem para o corpo.

Embora não seja novidade na medicina tentar desvendar os efeitos dos sentimentos para a saúde, as pesquisas mais significativas sobre o tema foram publicadas nas últimas duas décadas. Isso porque, até então, os especialistas estavam focados em investigar o que leva as pessoas a adoecer, e não aquilo que as deixa saudáveis.

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Estudos mostram que, além de deixar a mente saudável, a positividade faz bem para o corpo. Imagem: Reprodução
O olhar focado na doença era necessário para saber como prevenir as principais causas de morte da população.

“Havia uma mortalidade muito grande. No Brasil, há cem anos, a expectativa de vida não chegava a 40 anos. Por isso, a preocupação básica era não morrer”, explica Alexander Moreira-Almeida, coordenador das seções de Espiritualidade nas associações Brasileira e Mundial de Psiquiatria.

Com o aumento da expectativa de vida, que hoje é superior aos 70 anos no País, passou-se a pesquisar mais sobre a qualidade de vida e os fatores que levam as pessoas a adoecer menos. Esse movimento é chamado de saúde positiva.

Vivendo mais, podemos nos preocupar em viver bem. As pessoas não querem apenas não estar doentes, querem ter uma vida plena”, afirma Moreira-Almeida.

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Segundo especialistas, um dos pilares da saúde positiva está na espiritualidade. Imagem: Reprodução
Um dos pilares da saúde positiva está na espiritualidade. A psiquiatra Anahy Fonseca, coordenadora do Núcleo de Psiquiatria e Espiritualidade da Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul, explica que é preciso distinguir o conceito de espiritualidade da ideia de religião.

A espiritualidade, segundo Anahy, refere-se à busca das pessoas pelo sentido da vida, uma experiência individual que pode ou não ter relação com uma religião.

Já a religiosidade seria o aspecto institucional da espiritualidade, as práticas realizadas por uma comunidade em um sistema organizado de crenças e símbolos, conforme a pesquisadora.

“Uma pessoa pode ser muito religiosa e não ser espiritualizada ou ser muito espiritualizada e não ter nenhuma religião” exemplifica a psiquiatra.

Fonte: ZH Vida (clique aqui para ler a reportagem completa).

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