Roger Moore: 007 a serviço da humanidade

Ator viveu James Bond por 12 anos e foi embaixador da Unicef

Esta terça-feira amanheceu mais triste depois da notícia da morte de Sir Roger Moore, o eterno 007. Sua morte veio aos 89 anos, depois de uma batalha breve contra um câncer, como dito pela família.

Realmente a batalha foi breve, pois ainda em abril Sir Roger estava em atividade pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Ele dedicou às causas humanitárias seus últimos anos de vida.

Roger Moore nasceu em 1927 em Londres. Trabalhou como modelo e, na década de 50, iniciou sua carreira de ator. Alcançou a fama com seu papel como Ivanhoé, na série britânica “O Santo”, entre 1962 e 1969, e como Brett Sinclair, em “The Persuaders”.

Em 1973 atuou pela primeira vez como James Bond no filme “Só Viva e Deixe Morrer”. Viveu por 12 anos o famoso espião, em sete filmes, o que o torna o ator com mais tempo de 007. Também foi o primeiro intérprete de James Bond a morrer.

Ser chamado de 007 nunca o incomodou! Em 2014 afirmou que “ser eternamente conhecido como Bond não tem desvantagem”. “As pessoas às vezes me chamam de ‘Sr. Bond’ quando eu estou fora e eu não me importo nada com isso. Por que eu deveria?”

Foi o personagem que o levou a ter contato com a extrema pobreza, durante gravação de “007 contra Octopussy”, em 1983. Assim, desde 1991 até sua morte, foi embaixador do UNICEF e, por suas ações humanitárias, foi condecorado em 1999 como Cavaleiro do Império Britânico.

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