Rainhas na TV: séries biográficas e encantadoras

Rainhas na TV: séries biográficas e encantadoras

Horas de diversão garantida para quem quer ficar por dentro dos bastidores da realeza britânica. 

Duas rainhas inglesas, de personalidade forte e verdadeiramente apaixonadas pelos seus maridos, são o foco especial de atenção do público feminino nesse mês de dezembro. Não que homens não sejam bem-vindos às sessões de pipoca e sofá, mas as mulheres, de qualquer idade, amam dramas da realeza e não podem perder a chance de comparar as histórias das duas rainhas.

O frisson do momento é a estreia da segunda temporada da série original da Netflix, “The Crown”, que revela os desafios enfrentados pela jovem Rainha Elizabeth II, interpretada com graça e leveza por Claire Foy. A atriz conquistou o coração do público e levou pra casa o Globo de Ouro como Melhor Atriz em Série de TV pela sua atuação na primeira temporada.

Sem a intenção de divulgar nenhum spoiler, já foi mais do que divulgado que vamos acompanhar os dilemas da monarca a partir de 1956. As crises vão além da troca de primeiros-ministros e envolvem o intempestivo marido Philip, e a apimentada irmã Margareth. Segundo os críticos, a segunda temporada promete ser melhor que a primeira e tem ainda um momento especial com a reprodução da visita do celebrado casal John e Jackie Kennedy à Elizabeth.

Para quem tem NET e acesso ao NOW, há outra rainha brilhando na telinha. O canal GNT já abriu as duas temporadas da série “Vitória: A Vida de uma Rainha” que revela a juventude da mulher que comandou o Reino Unido por de 63 anos e sete meses (o segundo maior reinado, ela só perdeu para Elizabeth II, ainda firme no poder).

As primeiras imagens da jovem Vitória, na série, nos faz duvidar se a verdadeira rainha tinha toda a beleza e encanto da atriz Jenna Coleman. Afinal, as imagens mais conhecidas da monarca revelam uma matrona séria e pouco atraente.

Também pela surpresa fica tão interessante acompanhar os primeiros anos de reinado, a admiração desmedida pelo primeiro-ministro Lord Melbourne, a paixão pelo primo e marido Albert, o desconforto com a chegada dos primeiros filhos (foram nove no total!) e os desafios de provar que uma mulher jovem poderia dar conta do recado. Aliás, nesse quesito as duas séries de TV revelam um poder além da realeza, aquele, como diria Rita Lee, que é cor de rosa choque.

PS – Se você quiser mesmo saber o que acontecia na corte de Vitória, corra para uma livraria atrás do livro “Rainha Vitória” do historiador britânico Lynn Strachey, que foi contemporâneo da monarca. É um livro envolvente e certamente mais realista que a série de TV. Vale a leitura.

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