O riso ainda é um dos melhores remédios Viver Agora

O riso ainda é um dos melhores remédios

Estudos demonstram a importância da terapia do riso em diferentes quadros de doenças.

Vários estudos demonstram a importância da terapia do riso em diferentes quadros como câncer, demências, doenças cardiovasculares e crônicas de uma forma geral, que exigem resiliência do paciente. A dopamina, serotonina, endorfinas e ocitocina liberadas com o riso agem nos centros de prazer, assim como a acupuntura, a meditação, o relaxamento e os exercícios físicos.

Mas não é apenas no tratamento de doenças que a figura do palhaço pode ser tão transformadora e benéfica. O Evolurindo, empresa social do Rio Grande do Sul, que esteve presente no Encontro LAB60+, realizado recentemente em São Paulo, trabalha no sentido de conectar as pessoas. “A escolha da linguagem do palhaço para mediar os processos de transformação ocorre em razão de o palhaço não ser um personagem, e sim a essência mais genuína de cada um de nós. Trabalhar com a linguagem do palhaço é tratar de emoções e da conexão entre os seres humanos.”, diz Gustavo Nunes Pereira, um dos palhaços do grupo.

Ele explica que a ideia é integrar as pessoas e citou como exemplo, no caso de idosos, levá-los para o mercado de trabalho. “O objetivo é conectar essas partes fazendo com que as pessoas estejam dispostas a se aceitarem, apesar das diferenças”.

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O Teatro do Sopro também participou da LAB60+, tendo à frente o canadense Olivier Terreault e a brasileira Flavia Marco. Eles buscam potencializar relações através das artes cênicas e acreditam que todas as pessoas podem ser público, todo público pode ser parceiro e todo espaço pode ser cênico. “A figura do palhaço tem o poder de despestar a natureza livre da criança em qualquer pessoa”, afirma Terreault. São 31 anos de pesquisa com a arte do palhaço, aprimorando técnicas de jogo em espaços não convencionais, com públicos de zero a 100 anos de idade, em qualquer estado físico-cognitivo.

 

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